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28 setembro 2013

Diário de Bordo: Passeios Outonais

 Passeios Outonais

Ontem foi a primeiria noite que, definitivamente, estava a precisar do calor de uma chávena de cidreira ao deitar.
Lá fora , um tempo ventoso e confortável. Cá dentro, a temperatura ideal para um início de Outono perfeito.
Enfim, nem a chuva me impediu de sair de casa, em parte com o propósito de me abastecer de agasalhos!
Aventura-se?

 Meias & Blazers

Neste momento, está a temperatura ideal para umas meias translúcidas e para os blazers mais leves de outono.
Deste modo, nada mais acertado do que embarcar numa divertida expedição por um guarda-roupa apanhado desprevenido!
As escolhas? As clássicas meias pretas, o padrão e o rosa feminino imprescindível.

 Secret Garden

Afinal, o Centro Comercial Colombo tem um bonito jardim com algumas esplanadas, uma fonte e um relvado convidativo.
Infelizmente, esta descoberta veio em má hora, já que não me restam dias propícios a atividades ao ar livre.
E mesmo assim...

 Strolling Around

Uma boa manhã de sábado passada na alegre caminhada - sim, caminhada - num espaço interminável.

 Boas intenções

Para quem queria visitar os jardins da Calouste Gulbenkian, uma chuvada repentina não é o melhor dos incidentes.
Porém, enquanto o tempo nos castiga, há sempre a hipótese de possar com o guarda-chuva.

 New Ways

Depois de ter mostrado o jardim - ou, pelo menos, a parte que já conhecia - decidi aventurar-me nos restantes caminhos secundários.
De facto, este é um daqueles lugares a não perder em Lisboa.
Magnífico, mesmo depois de uns momentos de Outono.

Hidden Beauty

 In good company

Estávamos a apreciar o pequeno rio e quem decide juntar-se ao grupo?
Que simpático.

 Campo Pequeno

Toda a área fica, extremamente, enaltecida por estes dias diferentes.
Um estilo pouco trivial numa cidade tão desnuda e fria.

Fall Leafs

E nada melhor que um fim de tarde dedicado ao ócio num banco de jardim, enquanto vemos cair folhas amarelecidas pelos tempo inexorável.

Está a a gostar destas novas temperaturas?

Inspirado na vida,
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25 setembro 2013

Diário de Bordo: O primeiro orvalho...

 As primeiras nuvens negras

Não é um "Diário de Bordo" comum, já que, na verdade, não se tratou de uma tarde de exploração, mas sim de um passeio para dar as boas-vindas ao tempo outonal, depois de ter ficado encharcada a caminho de casa.
Surpresa das surpresas: o sol abrasador de um Agosto que se prolongou em demasia deixou-nos e, do nada, estou eu mergulhada com um simples cardigan nas primeiras chuvas de Setembro!

 Instantâneo

É, efetivamente, incrível como só esta tarde reparei que já povoam os relvados as magníficas folhas caídas...
Depois de alguns dias de quase horror ao calor insuportável, o Outono parece, finalmente, desmascarar-se.

 Little Treasure

 Mossy Season

Ainda sábado estive nos jardins da Gulbenkian, mas hoje, quando lá voltei, pareciam bastante mudados: troncos, deliciosamente, cobertos por musgo, folhas que abandonam as alturas e uma cor esmeralda sublime.

 Um lago predileto

Estou cá há, precisamente, dezasseis dias e, no decorrer deste curto - mas tão longo - período de tempo, encontrei um lugar especial: um pequeno Central Park a cinco minutos de casa.
Sinto-me, realmente, grata por poder passar qualquer momento nestes jardins extraordinários, mesmo aquele fim de tarde dedicado a um passeio para combater a preguiça.

 Posse

 Last Summery Songs

Este "caminho secundário", em breve, transformar-se-á numa bela coroa outonal. Mal posso esperar!

 Última Paragem: Campo Pequeno

Depois de uma tarde nublada, as nuvens parecem assemelhar-se à habitual despedida estival.
Porém, já se sente, definitivamente, uma brisa pouco trivial.

 Varanda

Eis que, ao passar pelo passeio, reparei nestas bonitas flores. É claro que não poderia deixar de as cristalizar e de as imergir no meu baú especial.

«Beauty is in the eye of the beholder»

Sim, sou aquela turista que para no meio do passeio para fotografar a calçada - ou, neste caso, o engradeamento da embaixada espanhola. Sou aquela visitante que admira as colunas e esquece os santos. Sou aquela deambulante que guarda as flores silvestres, enquanto tantos procuram, simplesmente, sentar-se no relvado, calmamente.
De facto, eu prefiro guardar dos sítios os pequenos detalhes. Prefiro memorizá-los como um todo recheado de pequenas subtilezas maravilhosas...Prefiro permanecer num passeio e observar o efeito magnífico das aves que, repentinamente, decidem fugir.
Talvez não tenha sido sempre assim. Nem sei. Agora, no entanto, jaz em mim esta criatura que me impõe a necessidade de sair à rua e conhecer, consumir mais e mais pormenores.
Afinal, a vida dilui-se em menos de nada e tudo o que nos resta são estas recordações, não é verdade?

Inspirado na vida,
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22 setembro 2013

Diário de Bordo: Turista Residente...

Turista Residente

Durante tantos anos vivi no mesmo local com raro contacto ao mundo exterior, que, agora, vivendo num sitío completamente novo, surge-me como responsabilidade a tarefa de aproveitar o bom tempo, os segundos livres e a cultura gratuita!
Portanto, passei o fim de semana numa pequena expedição dedicada à descoberta de Lisboa e de tudo o que tem para oferecer a um turista (residente).

 Primeira Paragem: Chiado

Não vim cá ver, de novo, a rua Augusta nem o Terreiro do Paço. Antes, quis visitar o Museu do Design e da Moda (MUDE) nesta mesma rua.
Interessante? Diria, definitivamente, confuso! A entrada é gratuita - o que se mostra rara exceção nesta cidade de gananciosos. Porém, a exposição permanente está desprovida de explicações e as temporárias de orientações.
Enfim, arriscamo-mos por andares que não sabiamos se nos eram permitidos ou não. Vimos peças de mobiliário e ignorámos os longos discursos relativos a umas peças que deveriam compensar a falta de informação relativa a outras.
Mais uma vez - e, especialmente, por ser fim de semana - a arte de rua era cativante!

A demanda pelo gelado

Naturalmente, a rua Augusta é a mais movimentada e, consequentemente, aquele em que as gelatarias estão mais desprovidas de gelados. 
Atravessámos toda a sua extensão e surgiram, somente, três opções: um café com bom aspecto e um elevado número de clientes à espera, que passámos; uma gelataria com as reservas quase esgotadas; uma pastelaria com pouco variedade, mas que, devido à ausência de escolha, foi a predileta.
Para fugir ao calor de Agosto que se sente neste final de Setembro, uma bola de Morango... Agradável, mas, claramente, vencível!

Campo Grande

Estava eu na Sexta-Feira à procura de bons jardins ou museus que custassem absolutamente nada. Ora é claro que a escolha era mais do que reduzida, mas, entretanto, na pesquisa, surgiu este Jardim do Campo Grande.
Fim da história? Impossível de encontrar. Na verdade, de natural só vimos este pavão no passeio... Estranho, não?

Bem-Vinda

 É sempre agoniante chegar à estação de metro final e pensar que ainda temos uma avenida para subir até chegarmos a casa...
No entanto, ontem estava um por do sol tão bonito: um perfeito dia de Verão que se desvanecia sob um manto quase reminiscente dos citrinos da época.
Enfim, eu, qual turista, fotografei o momento, mal saída das inacabáveis escadas.

 Marquês do Pombal

Não há muito a dizer... 
Estavamos a caminho do Parque Eduardo VII e encontrámos o Marquês e todos os seus animais de estimação cristalizados no tempo!

 Mais uma vez...

Esqueça a ideia de que a arte de rua é inferior à antiga ou à tomada, efetivamente, por algo com valor.
Esta ilustração tão bontia foi, na verdade, uma das melhores caraterísticas do Parque referido.

 Degradação & Abandono

É quase depressivo ver tal obra arquitetónia transformar-se em mais um local em ruínas povoado, apenas, por sem-abrigo e sem mais nada a oferecer.
Assim, tendo em conta todo o estado das áreas circundantes e do próprio jardim, o Parque Eduardo VII foi, claramente, uma desilusão!

Beleza em Contraste...

 As escassas flores!

 Esculturas?

Sempre admirei quem é capaz de trabalhar a pedra de modo a que tome formas humanas tão perfeitas, o que não é o caso desta estátua no centro de um lago perto de uma esplanada do Parque Eduardo VII. As suas proporções estão exageradas e a matéria parece grotesca...
A desilusão continua.

 Fim do labirinto

 À parte....

Este pequeno lago com esta ponta é adorável, não concorda?

A vida sob um calor abrasador

 Pela cultura do espiríto, o domínio da força

 À beira Tejo

Estar à beira rio faz-me sentir quase em casa. É relaxante, bonito e agradável. Perfeito para uma caminhada de Domingo ou até um momento de reflexão.

 Fontes Inesgotáveis

Estar sob tais temperaturas faz com que semelhante fila de água seja uma visão deliciosa.
Depois dos nossos mantimentos se terem esgotados, qualquer cenário semelhante é especial!

 Arco de Água

Mesmo junto ao Oceanário de Lisboa, esta bonita paisagem: ao fundo, um arco de água com uma pressão imensa; pelo caminho, um pequeno lago decorado com um caminho de pedras; em volta, diversas maquinetas que usam a água como motor!
Uma boa opção para um dia solarengo.

 Toda a sombra é desejada!

 A infância é infinita...

De volta...

Para chegarmos ao Café di Roma - bastante recomendável - tomámos a ponte (pouco segura) sobre o rio. A sua falta de opacidade assustou-me de tal forma que no retorno tomei o caminho por terra firme.
É um passeio, realmente, agradável cujo valor aumenta em contraste com o terror da anterior passagem!
Assim, em conjunto com mais algumas voltas no Centro Comercial Vasco da Gama, terminou um fim de semana de exploração.
Curioso para descobrir as próximas paragens?

Inspirado na vida,
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15 setembro 2013

Diário de Bordo: Pessoas da cidade...

Essencial: Saias

Vim eu na esperança de abusar do meu guarda-roupa de Inverno, trazendo na bagagem uma escassa quantidade de roupa fresca e não é que em Lisboa parece que o Verão não quer acabar?
As temperaturas estão insopurtáveis, especialmente, porque se trata de um calor diferente... seco.
O melhor mesmo - e essencial - é optar pelas saias leves e confortáveis!

O futuro começa aqui...

 Acidentalmente...

Num passeio pelo Chiado, eis que encontrei este histórico elevador, por puro acaso. É tão fantástico tropeçar assim neste tipo de marcos. Definitivamente, uma das vantagens da cidade.

 

É servido?

Quando em Lisboa, é imperativo provar os pasteis de nata, mesmo que Belém seja ainda longe. Polvilhe com canela e terá uma deliciosa experiência. O melhor? Claramente, a massa.

 de Paris, com amor

Há três ou quatro anos - perdi a noção do tempo - fui até Paris e, na altura, fiquei encantada com a cultura de rua: com os dançarinos, músicos, contorcionistas e todo o tipo de artistas de rua que pode imaginar...
Chegada a Lisboa, senti falta da sua presença e eis que os encontrei...

 Mais um pormenor

É como se, imediatamente, transportada para outra época, não é?
O poder da arquitetura é, simplesmente, magnífico.

Pelo caminho...

 Tradições similares...

Parecem-me os lenços que levam os romeiros. Pensei ser interessante esta pequena "exposição".

 Quando não se sabe o nome...

Chama-se de "Arco do Triunfo". É uma piada, mas é até triste conhecer a cultura francesa melhor que a nossa própria.

 Mesmo com os pés prestes a cair...

... a sessão de fotos continua!


 Oásis

Só depois de passar horas a fio sob o calor Lisboeta é que este conceito começa a ganhar significado. Uma água, um banquinho e uma sombra e, do nada, estamos no paraíso!

 Nem vale a pena...

Demasiado longe, dispendioso e comum!

 Mais estragos (saudáveis)

 Colorindo o caminho de casa...

 Beleza suprema

Esta peça faz parte de uma exposição temporária em Fátima e é, simplesmente, deslumbrante.

 Mar de devotos

Sob um sol abrasador, sem nenhuma sombra à vista, com a água a esgotar-se, ver esta quantidade de pessoas prestes a desabar - fisica e emocionalmente - é, claramente, assustador.
Chega aquele momento em que nos perguntamos: de onde vem a fé de tantos devotos?

 Cenários sublimes...

 Mirtilos, Frambroesas & Amoras

Esqueçam os úlitmos dois - estavam moles e sensabores - mas os mirtilos são a minha nova obsessão!

 O que fazer?

Sem internet, nem mapa, nem compromissos, decidi visitar o museu da Calouste Gulbenkian, que fica a dois passos de casa e que, aparentemente, ao Domingo é a custo zero. Melhor impossível!

Porque a arte é do mundo... 

 Jardim Secreto

À sombra e tão sossegado, este jardim da Calouste vai, facilmente, tornar-se um lugar predileto!

 Beleza de rua

Não são tão bonitas estas flores que vi quando estava a voltar do museu?

Almoço para dois?

Pensava que ia almoçar sozinha, mas, afinal, tive uma bela companhia...

A grande cidade é, agora, o meu novo berço. Arriscaria?

Inspirado na vida,
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