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26 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 1

The way to the Naughty List

Todos os anos, a mesma questão repete-se: que cozinhar para sobremesa destes dias natalícios?
É claro que o bolo de frutas não pode faltar. É natural que o bolo de nozes seja tradição recorrente. As bolachas de gengibre e outras de chocolate são presença feita obrigatória, mas o que escolher como remate ideal da ceia ou do almoço de Natal... Eis uma dúvida importante.
Ao longos dos últimos tempos, vim optando por diferentes delícias e desta vez embarquei na construção de pequenos pudins de leite condensado coroados por cerejas cristalizadas e regados com caramelo: uma tentação!
Sem milhares de recipientes a sujar e sem dezenas de euros a gastar, não podiam ser mais simples.
Bata seis ovos até atingir um preparado homogéneo. Junte uma lata de leite condensado e adicione a mesma medida de leite de vaca meio gordo, poupando, assim, uma chávena que, de outra forma, implicaria mais alguns minutos de dedicação à limpeza.
A soma deverá ser semelhante a um néctar creme bastante líquido.
À parte, sobre lume alto, case 0,5 dl de água e 250g de açúcar até atingir ponto caramelo. Quando reparar que a água foi completamente absorvida, junte mais 10 dl e deixe ferver até obter um preparado similar a caramelo. Poderá, por outro lado, comprar este passo e salvar alguns minutos e tachos.
Unte com manteiga as suas formas de queijadas (para pudins individuais) ou de bolo (para uma sobremesa única), regue-as com o caramelo e deite o magnífico preparado de ovos. Para facilitar esta tarefa, recorra a um copo medidor: útil e eficaz.
Enchidas as 12 formas, leve ao forno em banho maria por 30 minutos ou até estarem doirados e sólidos.
Para desenformar, deixe a forma virada ao contrário sobre um prato ou tabuleiro e espere que o pudim deslize.
Dos 12 pudins que fiz, todos saíram facilmente e sem qualquer dilema. Porém, se estiver a encontrar problemas com esta etapa, pressione o pudim de modo a soltá-lo.
Por fim, escolha os seus melhores pratos e disponha-os banhados em caramelo e decorados com cerejas cortadas a meio.
Depois do bacalhau, do grão de bico, do repolho e da cenoira, apresenta estas preciosidades e, certamente, impressionará os convidados...
Um verdadeiro mimo festivo.
Vai conseguir resistir?

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24 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 2

True Magic

A poucas horas do jantar de Consoada, já deve ter a mesa preparada. Porém, se só agora se começou a preparar e está a precisar de um centro de mesa bonito, rápido e simples, siga estes passos.
Em primeiro lugar, faça uma coleta dos jarros de velas deixados nos armários. Selecione os dois mais similares e derreta o que restar da cera em banho maria.
Lava e coloque uma vela em cada um. Por fim, ate um laço com uma bela fita natalícia - daquelas que sobram de ano para ano - e voilá!
Disponha-os e complemente-os a gosto. Eu preferi colocar um anjinho deixado sem uso e dois pequenos potes com os tradicionais chocolates de Natal, porque as suas cores são, verdadeiramente, festivas.
Bom Natal & Bom Jantar!

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20 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 6

Christmas Joy

Todos os anos, por esta altura, tornar-se imperativo passar um dia de inércia mergulhada num sofá com uma manta magnífica e um chocolate quente delicioso na companhia irreversível de horas e horas de filmes de natal.
Cinco filmes depois, estou a caminho do sexto e último da noite!
Passei por Elf, How the grinch stole christmas, Um monstro em Paris, Frozen e A Charlie Brown Christmas... um dia, finalmente, vazio de textos a consumir e repleto de memórias preciosas.
Se ainda não dedicou algumas horas a esta atividade, é urgente que o faça.
Faz-me companhia?

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18 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 8

Santa's Little Helpers

À guisa de despedida de Lisboa, fui passear pela zona do Campo Pequeno e aproveitar a sensação de alívio depois de uma semana recheada de frequências, trabalhos e todo o tipo de tortura imaginável.
As luzes não eram, realmente, nada de especial, mas encontrámos o cinema mais engraçado de sempre. Fica no Centro Comercial Campo Pequeno e está recheado de pequenas figurinhas de personagens bem conhecidas e, no meio da azáfama de heróis, bandidos e piratas incontornáveis, estavam estes dois seres peculiares.
Um sítio a visitar!
Lojas diferentes, pouco movimento e grande espírito natalício.
De resto, vemo-nos em casa.
Não se esqueça de por lá passar...

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15 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 11

My Candy Cane Chest

Outro DIY fácil, acessível e, deliciosamente, natalício!
Faça uma coleta dos jarros esquecidos pelos armários da cozinha, junte riscas de fita-cola inclinada, um pouco de verniz encarnado e, em menos de nada, terá bonitos recipientes decorativos.
Pode enchê-los de pequenas guloseimas e oferecer ou, simplesmente, animar a sua secretária...
Já falta tão pouco para o Natal.
Entusiasmado?

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14 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 12

The Christmas List

Para quem é tão obcecado com listas e estruturas organizativas como eu, encontrar a aplicação perfeita é uma tarefa muito perto de impossível.
Depois de muitas e muitas instaladas e desinstaladas, a Loja do Windows 2013 sugeriu-me a One Note, uma aplicação que, finalmente, agrupa todas as funcionalidades que sempre desejei!
Podemos criar separadores, listas diversas, usar diferentes marcas de numeração, imagens, anexos, desenhos... enfim, tudo o que um ser que roça a compulsão desejaria.
Perfeito para as tarefas incontáveis desta época...
Vai experimentar?

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13 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 13

The little treasures of life

O Natal é daquelas épocas altamente consumistas sobre dar e receber, mas cujo significado fica diluído nos papeis caros e nos cartões esquecidos.
Para quebrar a tradição de presentes vãos, convido-o a fazer um exame da sua própria vida. Explore-se e encontre o melhor da sua existência, aquilo pelo qual está mais grato.
Talvez encontre pequenas surpresas escondidas em pilhas e pilhas de trabalho... Talvez encontre recordações preciosas já algo apagadas.
Faça uma coleta e verá que se sentirá mais feliz!
Que me diz?

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10 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 16

The perfect (free) photo editor

Melhor que gastar mundos e fundos em cartões que, certamente, acabarão desprezados no caixote e na companhia de outros milhões de laços e pais-natais impressos, é construir os seus próprios cartões de Natal.
Para não regressar às façanhas antigas - constituídas por cortes, colagens e quantidades insanas de purpurinas - opte por uma edição criativa de fotografias: junte renas, homens de gengibre e todo um manancial de motivos natalícios.
Em menos de nada, terá produzido lembranças comemorativas magníficas!
O melhor dos editores que alguma vez encontrei é, definitivamente, o Picmonkey.com (aqui) que, para além de todas estas novidades de época, é excelente para uma edição quotidiana, com muitos filtros, fonts e pequenas adições que transformarão as suas rotinas fotográficas.
Uns minutos de prazer para fugir aos dias tresloucados do fim de um semestre!
Tentado a experimentar?

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09 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 17

Quando chegam as temperaturas mais baixas, sinto uma necessidade quase automática de revisitar os grandes clássicos dos dias precoces.
Enfim, filmes que marcaram os dias em que a maior preocupação era, somente, que par de jeans vestir...
Hoje, revelo que três sugestões são imperdíveis para os momentos de nostalgia. felicidade infantil e um pouco de irreverência:



 
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08 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 18

Sugar & Honey Softness

Para evitar os dolorosos lábios secos, nada melhor que uma breve e gentil exfoliação, seguida de muita hidratação e carinho!
Com este frio, é inevitável que os lábios necessitem de maior atenção e não há razão para os negligenciar. Esqueça os exfoliantes que lhe furam a carteira e junte açúcar e mel para uma deliciosa renovação.
Irresistível e, realmente, eficaz: massaje o preparado, passe por água e seque os lábios com uma toalha para remover os eventuais resíduos.
 Rápido e tentador... tudo o que precisa nestes dias de advento.
Vai experimentar,

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07 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 19

 Find me my Clara

O piso 7 do El Corte Inglês de Lisboa é, simplesmente, uma terra mágica, nesta altura do ano.
Andava eu a passear, piso depois de piso, a subir escadas rolantes sem fim, quando, inesperadamente, me apareceu um piso dominado por decorações de natal magníficas.
O tom deste secção é, definitivamente, mais clássico do que o que geralmente impera, o que de imediato impulsiona uma viagem até aos nossos tempos de infância e a todos aqueles grandes filmes de Natal que nos embalavam no doce sono da felicidade.
Lembra-se do Quebra-Nozes?
Recordo-me de o ver vezes e vezes sem conta, em inglês, com a deliciosa música  tão vulnerável e com as belas bailarinas tão graciosas. Tudo nesta grande história me induz num espírito de conquista e procura...
Uma recomendação, irreversível, para os viajantes, para os sonhadores, para os curiosos.
Contam-se, neste maravilhoso piso, não só quebra-nozes, ornamentos, chávenas, velas, mas, também, globos de natal que nos deleitam com melodias de época e paisagens animadas tal e qual àquela de tantos e tão agradáveis momentos de entretenimento.
Enfim, uma sugestão imperdível: um sítio recheado de preciosidades e possíveis adições à sua decoração.
Aproveite e não perca o Pai Natal - o mais verdadeiro que já vi!
Tentado?

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Uma família muito [gelada]

A aldeia dos meus sonhos natalícios

05 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 21

How to jar a star

Mais um dia de Dezembro, mais um projeto pronto a promover o espírito natalício.
Não há nada mais bonito do que pontos de luz, secretamente, dispostos num qualquer canto.
Descubra como criá-los a custo zero!
Nas últimas semanas, vi as minhas reservas de compota diluírem-se em nada e, por conseguinte, a minha coleção de potes aumentar. Com tal abastecimento, umas velas brancas simples, pinhas que apanhei no jardim a caminho de casa e algumas fitas para decorar construí este pequeno apontamento na estante, que, agora, se mostra, definitivamente, mais atraente.
As dicas que concorrem para a sua formação são bastante rudimentares: use água a ferver para derreter toda a possível cola que advenha dos rótulos. Lave bem o interior para evitar cheiros estranhos e escolha velas com proteção para evitar incêndios.
Enfim, um pequeno projeto que me agradou e decidi partilhar em mais um dia de advento. Parecem-me estrelas que tornam o espaço tão mais acolhedor...
Vai experimentar?

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04 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 22

 Magazine Snowflakes Garland

Estamos na primeira semana de Dezembro, o que significa que este é o momento ideal para decorar a casa e, finalmente, assumir o que desde de Setembro andávamos a acumular à socapa. Enfim, muitos brilhantes e doirados e prateados e luzes e magia...
Vou cá passar a maioria do advento, mas não queria investir em decorações que, facilmente, se tornariam volume desnecessário, no segundo semestre, num espaço já de si reduzido. Assim, regressei às minhas antigas diversões - isto é, à minha obsessão do ano passado - e dediquei-me ao recorte de flocos de neve.
Primeiro passo, fui à papelaria com o objetivo grandioso de encontrar folhas brancas metalizadas, o que, claramente, não encontrei. Para evitar a cartolina e os vínculos nada bonitos, decidi juntar o útil ao agradável: poupar, fazer reciclagem e ser original.
Bem, cortei algumas páginas da primeira Happy que comprei em Setembro - ao ficar impressionada com o preço reduzido, relativamente ao preço praticado nos Açores - e escolhi aquelas secções com cores mais bonitas.
Seguem-se as etapas para criar os flocos de neve e não se esqueça: cada um é, irreversivelmente, único!

Sete Passos Para A Magia De Inverno

Comece com um quadrado simples e dobre-o, de modo a formar um triângulo. Repita o passo e de seguida guie cada um dos lados de cada vez até três quartos do caminho. Deverá agora estar na presença da primeira figura do canto esquerdo inferior e resta-lhe cortar as "caudas" e aventurar-se!
Este exemplo é bastante simples. Uns recortes ocasionais e espontâneos e, do nada, um floco de neve manchado com mil e uma cores...

A união faz a força!

Por fim, escolha o lugar a decorar e una-os com algum tipo de fio ou fita-cola. No natal passado, decorei parte do espelho com vários flocos de neve e, realmente, tornaram o espaço natalício. Este ano, preferi uma corrente de notícias invernosas...
Escolha o que escolher, aproveite estes pequenos momentos para tornar este tempo especial e memorável. Lembre-se que a alegria está na jornada e, ainda, temos mais de vinte dias até ao grande evento.
Até lá... Bons recortes!

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03 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 23

Honey Hot Chocolate

Já não é novidade que estas temperaturas lisboetas me assustam e me impossibilitam de qualquer movimento.
De manhã, é uma verdadeira batalha para deixar o casulo de cobertores e mantas polares. De tarde, uma luta para arriscar escrever e congelar os dedos desprotegidos. Enfim, uma perspectiva, hiperbolicamente, dramática que, em alguns dias, se assemelha à pura realidade.
No entanto, para fugir ao frio e tentar ser mais produtiva do que um vegetal encolhido sob quilos de lã, há que apostar nas bebidas a escaldar! Ainda mais, quando são tão deliciosas como a receita de hoje:
Chocolate Quente Com Mel!
Pode parecer uma ideia rudimentar, mas todas as sugestões que, até então, encontrara envolviam quilos de açúcar e doses absurdas de chantili ou outras inovações tão americanas.
Para contrariar a corrente de decadência e criar um apetitoso e muito mais saudável chocolate quente siga os seguintes passos:
Em primeiro lugar, ferva a água.
Na sua chávena de eleição, junte duas colheres de chá de cacau magro em pó e uma de mel.
Deite a água prestes a evaporar sobre os elementos previamente misturados e, por fim, adicione uma porção semelhante de leite.
A água quente facilitará a dissolução do cacau e reduzirá o valor calórico. O mel deixará o chocolate brilhar e conferirá um toque especial, mais aconchegante e não tão extravagante como aquele que uma dose de açúcar forneceria.
Por fim, embrulhe-se na sua manta preferida, deguste esta delicia natalícia e desate a trabalhar ou, se tiver similar sorte, aproveite para rever o seu filme de Natal preferido.
Vai resistir?

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02 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 24

A Feira Popular De Lisboa

Na esperança de encontrar pipocas deliciosas e diversões horripilantes, lá fui eu para Entre Campo à procura da tão noticiada Feira Popular de Lisboa.
A três passos da estação de metro e já letras luminosas anunciavam bons momentos de distração e acrobacias improvisadas.
Bem, o espaço não é grande e as diversões são mais adequadas para crianças, mas, mesmo assim, vale a viagem! Se decidir passar por lá, experimente o Circo (ao domingo, às 16:30) e, talvez, esqueça as dietas saudáveis com as farturas recheadas ou todo o manancial de tentações fritas à distância de uma fila interminável.
De entrada grátis, facilmente produz uma conta considerável, já que cada atração é, naturalmente, paga. Porém, para um dia de Natal, é uma boa opção que deve ser, imperativamente, acompanhada de botas, luvas e casacos bem quentes.
À procura do que fazer num fim de semana de Dezembro?
Visite este recinto repleto de luzes coloridas e bons momentos embrulhados com doses saudáveis de pânico.
Vem divertir-se?

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01 dezembro 2013

The Advent Calendar: Day 25


E, repentinamente, chegamos a Dezembro...
Primeiro dia do último mês do ano e inicia-se a contagem decrescente mais desejada do ano. Bem, já não é de hoje que Lisboa festeja a época natalícia. Ainda estávamos nós em Outubro e já fazia eu compras ao som de sininhos e sinfonias celestiais.
Enfim, com as temperaturas horripilantes das últimas semanas, é natural que o espírito natalício esteja em alta, ou sou só eu que associo as noites mais frias ao calor dos candelabros e ao gorros usados num infindável cortejo de casas a visitar?
Além de tudo, não há dia que dispense uma boa xícara de chá: de manhã, verde, de tarde, de caramelo e mel e à noite, cidreira. Acrescente, o ocasional chocolate quente e obterá uns belos dias regados de conforto que, de outro modo, parece escassear.
Evidentemente, surgiu-me o desejo de comprar uma daquelas chávenas de natal tipicamente americanas e super produzidas, mas, infelizmente, os achados foram bem limitados.
Assim, tomei o que já tinha em casa e pus-me a decorar, num intervalo bem merecido!
Tudo o que precisa:

One True Pairing

A minha pequena coleção de vernizes de Outono e Inverno, realmente, agrada-me! Um pouco de tradição intemporal - Bahama Mama - uma porção de intemporalidade - Island Hopping - e uma grande dose de amor  - Chinchilly - para a combinação perfeita de burgundy, rosa velho e um cinzento impressionante!
Escolha as cores que a alegram e aventure-se.

 2 Things I've Got

Podia, efetivamente, recorrer a técnicas elaboradas ou a produtos especiais que, de seguida, não teriam utilidade. Porém, com o frio que se sente e com a minha natural inércia, restou-me o velho truque da criatividade.
Um pouco de fita-cola para as riscas semelhantes a candy canes e reforços para as mil e uma bolinas que povoarão a minha chávena.
Quer poupar, ser original e ter o que mais ninguém tem? Use o que encontrar e faça magia. Afinal de contas, estamos na época, não?

Voilá

Se experimentar esta sugestão tenha em consideração a opacidade dos seus vernizes e não se esqueça de repetir a aplicação das riscas. 
Se está a pensar que a durabilidade desta técnica é questionável, desengane-se: experimentei-a o Natal passado e ainda tenho a xícara com um enorme floco de neve e as minhas iniciais intacta. De certa forma, involuntariamente, comecei esta tradição de criatividade natalícia...

Bem, um dia já está, restam 24 doces a preparar, sítios a visitar, projetos a realizar e tarefas a cumprir antes do grande dia. Tudo o que precisa para um advento recheado de momentos especiais.
Curioso?

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02 outubro 2013

Mad for Essie: Bahama Mama

 Doida por Essie: Bahama Mama

No Outono do ano passado, não havia cor mais desejada do que esta. Todos os blogs e vlogs que eu, desde sempre, devorava encheram-se de comentários a esta maravilhosa tonalidade de ameixa.
Bem, mas, vivendo num sítio sem acesso à marca, ler e ver tanta gente a tornar este um produto de culto, aguça o desejo e, por conseguinte, esta foi a primeira cor da Essie que comprei quando cá cheguei.
Efetivamente, ainda era Verão, e, na altura, a segunda compra - Splash of Grenadine (veja aqui) - passou a dominar. Contudo, os dias quentes estivais já se foram e, somente, restam dias frios, húmidos e estranhos que me empurram na direção desta fantástica opção.
No primeiro dia de chuva, dediquei-me a ela, que está agora aqui para ficar! Bahama Mama é o perfeito tom ameixa com nuances rosadas inegáveis. Olhar as minhas mãos, quando o estou a usar, faz-me, especialmente, feliz. Sinto, portanto, um verdadeiro espírito outonal que combina com as folhas que caem e com os chuviscos que nos surpreendem.
Um pedacinho do céu das estações mais frias e uma invenção divinal!
Este ano, reinam os verde-musgo. É, porém, impossível negar a magia da combinação de Bahama Mama, botas e malhas: o conforto e a beleza intemporais.
Com duas camadas e top coat, a cor evidencia-se e cativa qualquer um...
Vai resistir-lhe?

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El Corte Inglés, €10

À procura: Vested Interested (Coleção Outono/Inverno 2013)

28 setembro 2013

Diário de Bordo: Passeios Outonais

 Passeios Outonais

Ontem foi a primeiria noite que, definitivamente, estava a precisar do calor de uma chávena de cidreira ao deitar.
Lá fora , um tempo ventoso e confortável. Cá dentro, a temperatura ideal para um início de Outono perfeito.
Enfim, nem a chuva me impediu de sair de casa, em parte com o propósito de me abastecer de agasalhos!
Aventura-se?

 Meias & Blazers

Neste momento, está a temperatura ideal para umas meias translúcidas e para os blazers mais leves de outono.
Deste modo, nada mais acertado do que embarcar numa divertida expedição por um guarda-roupa apanhado desprevenido!
As escolhas? As clássicas meias pretas, o padrão e o rosa feminino imprescindível.

 Secret Garden

Afinal, o Centro Comercial Colombo tem um bonito jardim com algumas esplanadas, uma fonte e um relvado convidativo.
Infelizmente, esta descoberta veio em má hora, já que não me restam dias propícios a atividades ao ar livre.
E mesmo assim...

 Strolling Around

Uma boa manhã de sábado passada na alegre caminhada - sim, caminhada - num espaço interminável.

 Boas intenções

Para quem queria visitar os jardins da Calouste Gulbenkian, uma chuvada repentina não é o melhor dos incidentes.
Porém, enquanto o tempo nos castiga, há sempre a hipótese de possar com o guarda-chuva.

 New Ways

Depois de ter mostrado o jardim - ou, pelo menos, a parte que já conhecia - decidi aventurar-me nos restantes caminhos secundários.
De facto, este é um daqueles lugares a não perder em Lisboa.
Magnífico, mesmo depois de uns momentos de Outono.

Hidden Beauty

 In good company

Estávamos a apreciar o pequeno rio e quem decide juntar-se ao grupo?
Que simpático.

 Campo Pequeno

Toda a área fica, extremamente, enaltecida por estes dias diferentes.
Um estilo pouco trivial numa cidade tão desnuda e fria.

Fall Leafs

E nada melhor que um fim de tarde dedicado ao ócio num banco de jardim, enquanto vemos cair folhas amarelecidas pelos tempo inexorável.

Está a a gostar destas novas temperaturas?

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26 setembro 2013

O velho. O novo. O só.

Num tempo em que ninguém é de ninguém, em que nada é para sempre, pouco resta ao românticos.
Lá fora, a impressionante chuva começa a inundar-me os pensamentos e não há mais nada que me monopolize.
Há, no entanto, esta vontade ociosa de agir, de produzir, de reconhecer o outro. Há, efetivamente, uma enorme solidão quase assustadora.
Entre mim e mim mesma um oceano escuro, profundo e intransponível.
Entre mim e mim mesma um mundo inteiro incapaz de me sorrir.
Entre mim e mim mesma nada e tudo!

Num tempo em que tudo é de toda a gente, em que somos todos produtos da criatura do lado, muito fica por dizer.
Há, realmente, uma ânsia mole de ser mais, de ser capaz, de ser pedante e humilde num piscar de olhos. Há, porém, esta confusão, este excesso, esta barroquice que me assombra como nunca.
Entre mim e mim mesma um sonho incapaz de me erguer, de me libertar.
Entre mim e mim mesma este animal furioso, rudioso e sedento.
Entre mim e mesma, absolutamente, nada!

Depois, há estes dias: eu sentada à janela e com pouco mais do que a minha alma a embalar estes pensamentos vãos.
Depois, há aquelas subtilezas de um ser narcisista: o amor a nada que é seu, a tudo o que lhe pertence...

Pergunto-me: farei sentido?

Pelo caminho, lembro-me das chaves que deixei em cima da mesa junto à pilha de livros nunca tocados e que sei de cor.
À chegada, ninguém me descobre, porque estou encerrada nesta câmara secreta incapaz de me fazer notar.
Volto atrás, procuro as chaves, procuro a citação e nada!

Todavia, do meio da completa nebulosidade, vem esta criatura completamente frágil caminhando tão lentamente que me incomoda olhá-la. Sim, eu não gosto de olhar a expectativa.
O ser é belo e horrendo, com os seus braços fortes, os seus olhos tão belos, o seu torço desnudo e uma expressão de paixão e ódio atraente.
A cúpula cede: a chuva parece um infindável rio que nos cai em cima.
Estou, assim, eu à janela, mais uma vez, e o ser ainda à distância...
Impossível chegar aqui!
E, no entanto, oiço o doce toque das suas mãos níveas nos meus ombros que alojam quilos de agasalhos. Chegou!
As chaves?

Num tempo em que os segundos parecem inesgotaveis e uma lebre se esconde, ninguém quer perder um momento.
Há, ainda assim, em mim esta alegria de não existir neste mundo, de me sentir mais uma entre a multidão, de me sentir a incapaz, a inválida.
Entre mim e mim mesma há a ventania que me anestesia a ferida da separação.
Entre mim e mim há cavalos, coelhos e pequenos patos que povoam esta enorme planície em que me transformei.
Entre mim e mim mesma há, somente, um mundo alheio.

Pergunto-me: farei sentido?

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25 setembro 2013

Diário de Bordo: O primeiro orvalho...

 As primeiras nuvens negras

Não é um "Diário de Bordo" comum, já que, na verdade, não se tratou de uma tarde de exploração, mas sim de um passeio para dar as boas-vindas ao tempo outonal, depois de ter ficado encharcada a caminho de casa.
Surpresa das surpresas: o sol abrasador de um Agosto que se prolongou em demasia deixou-nos e, do nada, estou eu mergulhada com um simples cardigan nas primeiras chuvas de Setembro!

 Instantâneo

É, efetivamente, incrível como só esta tarde reparei que já povoam os relvados as magníficas folhas caídas...
Depois de alguns dias de quase horror ao calor insuportável, o Outono parece, finalmente, desmascarar-se.

 Little Treasure

 Mossy Season

Ainda sábado estive nos jardins da Gulbenkian, mas hoje, quando lá voltei, pareciam bastante mudados: troncos, deliciosamente, cobertos por musgo, folhas que abandonam as alturas e uma cor esmeralda sublime.

 Um lago predileto

Estou cá há, precisamente, dezasseis dias e, no decorrer deste curto - mas tão longo - período de tempo, encontrei um lugar especial: um pequeno Central Park a cinco minutos de casa.
Sinto-me, realmente, grata por poder passar qualquer momento nestes jardins extraordinários, mesmo aquele fim de tarde dedicado a um passeio para combater a preguiça.

 Posse

 Last Summery Songs

Este "caminho secundário", em breve, transformar-se-á numa bela coroa outonal. Mal posso esperar!

 Última Paragem: Campo Pequeno

Depois de uma tarde nublada, as nuvens parecem assemelhar-se à habitual despedida estival.
Porém, já se sente, definitivamente, uma brisa pouco trivial.

 Varanda

Eis que, ao passar pelo passeio, reparei nestas bonitas flores. É claro que não poderia deixar de as cristalizar e de as imergir no meu baú especial.

«Beauty is in the eye of the beholder»

Sim, sou aquela turista que para no meio do passeio para fotografar a calçada - ou, neste caso, o engradeamento da embaixada espanhola. Sou aquela visitante que admira as colunas e esquece os santos. Sou aquela deambulante que guarda as flores silvestres, enquanto tantos procuram, simplesmente, sentar-se no relvado, calmamente.
De facto, eu prefiro guardar dos sítios os pequenos detalhes. Prefiro memorizá-los como um todo recheado de pequenas subtilezas maravilhosas...Prefiro permanecer num passeio e observar o efeito magnífico das aves que, repentinamente, decidem fugir.
Talvez não tenha sido sempre assim. Nem sei. Agora, no entanto, jaz em mim esta criatura que me impõe a necessidade de sair à rua e conhecer, consumir mais e mais pormenores.
Afinal, a vida dilui-se em menos de nada e tudo o que nos resta são estas recordações, não é verdade?

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