27 setembro 2013
Miséria.
24 setembro 2013
Viver sob o sol público...
Viver sob o sol público
26 setembro 2012
Alimentando os ratos…
Numa época em que tudo se contesta, tudo se contrapõe e manifesta, em mim só se desperta o desejo de fechar os olhos e ignorar o cúmulo a que chegamos.
Pois bem, se há semanas se discutem as novas medidas de austeridade que, como não poderia deixar de ser, geraram as mais incríveis multidões, é, realmente, verdade que os sentimentos que as movem são no seu âmago contraditórios!
Ora “pelo futuro dos meus filhos” – frase repetida vezes sem conta e, no entanto, diluída no movimento, certo? É que se se pretende um futuro mais promissor – ou pelo menos, possível – para as futuras gerações, o primeiro passo será, definitivamente, equilibrar as contas públicas, dissolver os milhões (biliões, na verdade) de encargos, crescer! Esse passo mais brilhante será, portanto, proveniente do esforço dos portugueses, obviamente…
Discutindo um outro assunto, lembre-se que o rendimento social de inserção é insuficiente para muitas famílias. É verdade, sim… ou pelo menos é adequado para uma realidade geral. Todavia, o que geralmente é visível aqui nos Açores - e acredito em muitos outros sítios do país - é uma total desadequação entre a potencialidade de uma família e o que esta recebe, isto é, a mim basta-me descer a rua para assistir ao desfile dos meus impostos. Cansada de olhar para cartazes em que o primeiro-ministro figura como o maior ladrão, a mim apraz-me dizer que os delinquentes que consomem os escalões escolares e nada pretendem da escola não são menos culpados. Se uma turma é uma grande despesa para o Estado e, por isso, empilham-se alunos e alunos, vamos reduzir a quantidade de desperdício de recursos e vocacionar aqueles que nada almejam para a sua vida a não ser, claramente, serem bon vivants para áreas em que sejam úteis e façam valer o investimento.
Sim, parece-me que a raiva tolda-me a capacidade de organizar um discurso, não resistindo a acusar tudo e todos. É, porém, bastante simples a minha «teoria» sobre o estado do país e resume-se em 3 pontos, que poderiam ser alargados a muitos outros campos…
Ponto 1º: Se se protesta, não se produz, estando-se não só a prejudicar o Estado e as empresas, mas também a nós próprios. A greve como meio de mudança, hoje em dia, conduz, somente, ao agravamento da situação. É importante compreender que estes não são tempos de medidas felizes e se nos foi imposta uma «solução», a nós compete suar e pagá-la. Todavia…
Ponto 2º: Se há falta de recursos, como é historicamente conhecido, o caminho mais aconselhável é a sua racionalização! Deste modo, é imperativo, supervisionar todos os caminhos do nosso dinheiro. Esqueçam os alunos que nada querem, os jovens que se perdem e as mulheres que se limitam a gastar o fruto do esforço dos contribuintes. Se em muitos casos é necessária ajuda, concedam-a. Numa época em que a taxa de desemprego atingiu recordes, é preciso dar a mão a quem, involuntariamente, grita por auxílio. Não é esta, contudo, a ocasião para se construírem bairros sociais para substituírem os que já foram consumidos pelas massas. Não é esta a altura de expandir a escolaridade obrigatória, privilegiando a menor aptidão financeira e esquecendo por completo a maior aptidão intelectual. Se procuram justiça, comecem por impor regras quanto à ajuda. Exijam o melhor desempenho na escola, a melhor das condutas e uma organização eficiente dos subsídios. Assim e assim somente se conseguirão erguer jovens responsáveis e capazes, converter acostumados ao conforto em guerreiros e, por fim, ajudar os que precisam, verdadeiramente, já que uma gestão eficaz é, igualmente, mais abrangente!
Ponto 3º: A mim surpreende-me a facilidade de negligenciar o esforço. Primeiramente, oiça o problema. De seguida, oiça a solução proposta. E, finalmente, discorde, se, assim, lhe convier. Faça-o, porém, construtivamente, tendo em mente soluções. Não me refiro à deposição do governo, já que a sua formação teve origem no voto dos portugueses, que, efetivamente, têm o poder de o pressionar. Digo sim, use a sua força para o auxiliar, de certa forma. Uma vez li a seguinte frase «Facebook ou catálogo humano?». Cada vez mais, penso que a segunda opção será a mais correta. A revolta tem sido incitada através das redes sociais. O país está cansado de dispensar os bens necessários à sobrevivência. Sei, muito bem, que os cortes já nos afetam, gravemente. Mas a ferida tende a não coagular e a estrada, ainda, é longa! Com tudo isto, é antes preciso incitar a esperança, produzir, unir a população e esquecer as marcas divisórias que nos separam. Cobrem aos ricos na mesma proporção e não sejam demasiado generosos no conforto… Se é para lutar, lutemos todos e com o mesmo grau de dor.
É que no meio de tudo isto, já se notam sinais de cansaço. Em mim já são evidentes marcas de irritação fruto da constante necessidade de alimentar os ratos do celeiro, que nos veem trabalhar, reservando-se, contudo, ao direito de usufruir do nosso trabalho e consumir, grandemente, os nossos recursos. Os nossos rostos estão feridos na esperança de algum pão. Os deles estão saudáveis e têm um grande banquete à disposição!
01 agosto 2012
Sangue azul de Jane Austen
É estranho como as coincidências e encruzilhadas da Fortuna nos conduzem, indubitavelmente, a um único caminho. Com efeito, apesar de ter intenção de requisitar Persuasão, acabei trazendo Sangue Azul, já que do primeiro estava disponível, somente, uma edição de bolso. Todavia, chegada a casa, a minha surpresa foi grande, quando pelo prefácio descobri serem a mesma obra. Em inglês, Persuasion e em português, Sangue Azul ou – como mais recentemente tem ficado conhecida – Persuasão.
Deste modo, iniciei a leitura com a expectativa usual dedicada a qualquer obra austeniana. De facto, mostra-se consumível… Uma história doce e ligeira!
Não é o enredo mais brilhante. É, contudo, agradável e ideal para os dias tão nebulados desse nosso estivo. Diria-se um conjunto de personagens simpáticas e uma protagonista – Anne Elliot – cativante; semelhante, penso, a Fanny de Mansfield Park em génio, diferente em tudo em condição e, suficientemente, díspar no seu destino para ser mais apreciada…
Como sempre, Bath representa um cenário delicioso e, em suma, a história romântica desta obra é uma das mais apelativas da autora. Um bom livro, certamente! A ler e reler…
20 julho 2012
Protegem-se os imigrantes e discriminam-se os contribuintes!
Não é de hoje que os continentais fitam os açorianos – em especial, os micaelenses e o seu sotaque – com desprezo e certo escárnio. Mas quando é demais, chega!
Já ouvimos todo o tipo de anedotas e suportámos a humilhação das legendas nos telejornais, porém nunca antes tinham usado o nosso sotaque num anúncio publicitário cujo título é: «Não é preciso entender o senhor Miguel (…)».
Estava eu, calmamente, a assistir programas sem interesse numa tarde de descanso, quando certa publicidade me despertou espantou, indignação e vontade de mandar o comando da TV ao próprio monstrinho. A história por detrás do tal produto é simples: um certo micaelense, dono de um restaurante, explica como ser o melhor na confecção de bifes, exagerando pelo caminho todos os nosso defeitos do sotaque. Na primeira vez que o vi, não percebi metade do que o senhor disse, refletindo-se, de imediato, a inadequação do vocabulário usado. Não, nós não dizemos televisão dessa forma estranha, nem usamos «poderiz» em todas as frases… Contudo, se utilizassem, com o mesmo exagero, estes vocábulos e esquecem o dito título, eu daria-me por descontente, talvez imparcial, com o tempo. Todavia, usam-o e isto é ultrajante!
Então, andaram-se anos a defender os negros e os outros imigrantes, aclamando-se os seus direitos. Em todo o lado se apregoa a igualdade e, mesmo assim, massacram-se os que falam de forma diferente, a sua própria língua. Se se ouve um brasileiro, é sensual, se se ouve um açoriano, goza-se. Não gozam, porém, dos nossos impostos, certo? E das nossas compras… O nosso dinheiro – e voto – é semelhante ao dos finos continentais… ainda assim somos usados como estratégia de venda.
Talvez dê alguns frutos esse vosso trabalho e, por melhor que seja a marca, a mim surge-me a vontade de qualquer punição. Pode ser extremo ou irreal, mas a revolta nunca foi, propriamente, racional. Com tudo isto, a Optimus utilizou o sotaque de uma outra zona de Portugal, mas respeitou-a. Já a São Miguel, restam as legendas,aparentemente, precisas, já que o senhor Miguel é difícil de compreender!
O famoso e Incompreensível anúncio do senhor Miguel!
17 maio 2012
Contradições – Ambíguo!
Dizem que as contradições constroem o mundo, mas será que não será isto, somente, o resultado da visão subjetiva de um Homem ambíguo?
O Homem é, por natureza, um estranho animal que difere dos seus semelhantes e descrimina os que não se assemelham. Quer ser único, mas adaptar-se sem perder particularidades. Quer viver numa simbiose em que não cooperar seria ideal. Quer atingir o patamar dos intocáveis, mas permanecer sozinho na tarefa do ócio. Quer amar, quer viver melhor e mais, mas não está disposto a sofrer e a perder um minuto para evitar a precipitação. Definitivamente, é contraditório no seu âmago, mas não chega de justificações? Uma moeda, mesmo com duas faces, não falha na sua missão. Decerto é insignificante em comparação com a estrada do Homem, mas é genérico o suficiente para se adaptar. Por sermos diferentes, podemos encaixar, sem perder singularidades, se enfrentar-mos os monstros da conformidade e ceder-mos os defeitos.
No final do percurso, seremos anjos, e não mais seres intermédios, cometas! O pó, progressivamente, eliminará o lado fraco e fortalecerá o lado magnífico. O ar manterá a particularidade do indivíduo. O ser, inicial, ambíguo torna-se-á num ser contraditório limado pela sociedade, que nos obriga a ceder e a contestar, a construir o nosso caráter. A contradição é apenas o motor para a verdadeira singularidade!
A minha experiência no Pottermore
Finalmente, há um mês, o mundo do Pottermore abriu as suas portas ao fãs de todo o mundo. Como a espera tinha sido longa e cansativa, o entusiasmo era muito e as expectativas eram quase intangíveis. Na verdade, a experiência é magnífica! Embora só esteja, agora, disponível o primeiro livro da saga, todo o material extra e informação adicionais são compensatórias. As ilustrações são, igualmente, deslumbrantes, mostrando-se uma incrível experiência interativa de leitura, que a incita de forma fácil e rápida. Se o programa Ler+ estivesse à procura de estratégias, a criação de mundos similares era perfeita. Perfeições à parte, e quanto à faceta interativa, muito se perde com a falta de comunicação entre «jovens feiticeiros». Efetivamente, não há possibilidade de contacto nem com os membros da nossa «equipa» – apreciaria falar com os meus colegas Slytherin – nem com os amigos que adicionamos, ao longo do percurso. A comunicação é meramente realizada em duelos, cujos pontos dos feitiços combatem e não há possibilidade de troca de opiniões ou comentários. Talvez, seja uma boa forma de manter a segurança e de evitar cair no estigma de rede social, mas, definitivamente, é uma falha abismal, que merece atenção. Criem um chat! Não há perigo nas conversas entre fãs, certo?! Visão ingénua ou não, é uma situação a resolver. No final de contas, as poções são a porção mais deliciosa de todo o «mundo pottermoriano»… Pena serem poucas.
Pottermore é, efetivamente, uma experiência fantástica, na primeira semana… mas a solidão desgasta, rapidamente, a vontade de ser um dos melhores. Bem, estar sozinho é um catalisador para o abandono da atividade, que pode ser travado com a inserção de meios de comunicação. Enquanto não surgem, aproveitem as ilustrações detalhadas e impressionantes, bem como os detalhes sobre o mundo mágico mais conhecido de sempre.
A fonte do insucesso…
Hoje, pela mera constatação da fraca importância das opiniões na construção de um caráter, concluí que o insucesso provem da satisfação e felicidade.
O filho do Homem mais rico se não ambicionar o céu será medíocre ou, por talento natural, mediano. O filho do Homem mais pobre, cujo futuro é sempre e para sempre assegurado pelo Estado, não se tornará autónomo se não abraçar a vontade de crescer. Aquele que se deleita no lar da segurança ou satisfação é vão na vontade e, consequentemente, não atinge o que não almeja.
Talvez aí resida o futuro do sistema educacional: vamos tentar incutir insatisfação, hábitos de contestação semelhantes ao do proletariado da primeira sociedade de classes. Aí, provavelmente, o que vive sufocado pelo patrão quererá transformar-me no poderoso e não deixará ao acaso o futuro. Por outro lado, o que vive na sumptuosidade das virtudes aristocratas e burguesas lutará pela permanência da dinastia.
Hoje, acolchoa-se o chão dos ocos, doira-se a podridão da corrupção, mas ignora-se a injustiça que prepondera país fora: estamos a ser explorados! Sufocados pela vontade de restituir fundos, cobrir erros… Asfixiados pela preguiça de uns e pela dor de outros. Os que estão desprovidos de meios de sustento não adquirem o suficiente, mas os que, comummente, se deliciam com as regalias não controladas engordam de desperdício.
Veio o associativismo, o sindicalismo, o socialismo, o anarquismo, a democracia, e a guerra continua alimentada pela cegueira instantânea dos que ascendem e cessem a observação dos que, dificilmente, sobrevivem. Olhem! O insucesso e a crise são, em última análise, provocados pela satisfação decorrente do querer ser mais do que se é, do querer ter tudo e para nada trabalhar.
Porque se perguntam sobre o insucesso escolar? Não é evidente que os revolucionários, os que querem mais e os que almejam um futuro melhor fogem incentivados?
Não é gritante a discrepância entre o desempenho do querer subir e do nada almejar?!
12 maio 2012
Como se fazem os preguiçosos…
Abundam os que se atrelam à mentes que trabalham ou têm talento, mas como nascerem?
Simples e sem esforço, tal como eles gostam! Após alguns anos de pesquisa pessoal, a resposta é-me clara: os que se assemelham a aplicados sem talento são, na verdade, sugadores de oportunidades. Pode parecer engraçado e, na verdade, não é nada de terrível, excepto, talvez, pelo facto de carregarmos o peso morto de alguém sobre os músculos doridos do duplo esforço. Quando sucede a tendência pela primeira vez, pensámos que é falta de tempo ou de compreensão. Porém, quando as tentativas são repetitivas, salve-se quem puder, porque nós somos os escolhidos para lhes fazer o trabalho que não justifica o seu valioso esforço.
Nascem, portanto, da nossa própria alma, com umas gotas do nosso sangue e muitas porções do nosso tempo e talento. Não são os que fogem e se ausentam… esses são os menos dotados de inteligência, por assim dizer. São os que se apoiam e disfarçam sobre o manto da irregularidade e, quem sabe, de algum sucesso, alheiamente, seu!
06 maio 2012
Dia da Mãe!
Uma vez que hoje é o dia da mãe, vamos tentar ser mais simpáticos com ela? Sim, porque muitas vezes tropeçámos nas próprias palavras e errámos, magoando e saindo magoados, mas, mais importante, ferindo o ser que nos dotou de vida.
O dia da mãe não é só a celebração deste ser, é a exaltação da nossa própria vida e do amor que nos une, incondicional e tão cego!
Feliz dia da Mãe! E não se esqueça de dar tudo o que tem à sua hoje e sempre…
05 maio 2012
Escolher, podendo, e errar!
É fácil deixar-nos levar pela ânsia de seguir os nossos sonhos de ser maior e melhor. É, incrivelmente, acessível ignorar os conselhos que, disfarçadamente, nos avisam dos obstáculos presentes naquela opção. É, porém, profundamente, difícil ouvir os que nos acompanham, os que já percorrem as duras estradas escolhidas ou os que, sabiamente, tomaram a decisão correta. Com efeito, muitas são as situações em que as escolhas são reduzidas a uma, quer pelo coração quer pelo meio. São, contudo, aquelas que se mostram livres e nos mostram a possibilidade de exercermos a faculdade de livre arbítrio que são complexas, pois onde não há opção, não há erro a cometer. Pode assemelhar-se a cobardia ou fraqueza despojada de racionalidade, mas preferir ouvir os outros a saltar, precipitadamente, por estes dias, é uma opção ponderável, é que, se erramos, o preço pode ser o nosso futuro. Comtemplemos a tomada das consequências, a formação do sentido de responsabilidade… Quando o preço é alto demais, a escolha pode ser definitiva. É, todavia, corajoso o ser que decide sem olhar para a escolha alheia. Por estes dias, o mundo anda ambíguo. É estranho! A constante é que a decisão não se deve basear na facilidade ou dificuldade, mas sim na ponderação…
Como decidir?! Escolher, podendo, e errar será tão louvável como escolher, podendo, ouvir e acertar? Sim, porque pelos ferimentos se mede a sabedoria de um espírito. Ouvir é em si própria uma decisão, que, como tal, pode conduzir ao erro ou à vitória!
03 maio 2012
Já não é o que era…
As vagas de emigração, desde sempre, marcaram o «regime» demográfico do nosso pobre Portugal. A situação, porém, mudou. Não se trata de uma melhoria de vida, de uma permanência da população ativa jovem ou de uma redução do fluxo de saída. Antes, trata-se de uma mudança do tipo de população emigrante: saíam massas pouco escolarizadas e, como todos sabemos, o emprego no país de acolhimento não era problema, apesar de, frequentemente, precário; saem, agora, massas altamente instruídas cujo futuro é incerto. Fogem, mas a fuga revela-se bastante utópica. Que fazer? Bem, ficar em Portugal não é uma solução, certo? Como iremos sobreviver a este regime de emprego que beneficia a precariedade e os despedimentos?! Sim, porque pelo rumo das questões, o trabalhador tornar-se-á uma autêntica marioneta descartável. Não serão, portanto, as novas leis laborais desumanas?As respostas não se oferecem e insegurança por insegurança, antes permanecer num país onde, pelo esforço próprio, crescer é possível, isto é, antes sair!
Pois, isso era antes… agora é pior!
02 maio 2012
Nail of the week– Twilight da Avon
12 abril 2012
Novo canal – AXN White
Sábado, 14 de Abril, abre-se o canal que virá substituir o Sony Entertainment Television: o AXN White. O novo canal emitirá programas similares ao que está a ser encerrado. Por mim, ficam-se as saudades do Sony, que sempre me agradou bastante!
08 março 2012
Dia da Mulher…
Celebra-se, hoje, dia 08 de Março, o dia internacional da mulher. Bem, a celebração deveria ser o ano inteiro, não é verdade? Mas, já que nos reservaram um dia apenas, que mais fazer do que festejar? É neste dia tão importante que é fulcral reforçar o apoio contra a violência doméstica, contra a discriminação e machismo, bem como a favor da igualdade de oportunidades. Somos tão capazes como o mais másculo e limitado homem… Chega de clichés gastos e usados! Afinal, eles foram, somente, um esboço. Nós somos a verdadeira obra-prima…(LOL).
09 fevereiro 2012
21 janeiro 2012
A ridícula realidade!
19 janeiro 2012
Néctar dos Deuses…
Já não é novo, mas continua extraordinário: Compal Clássico Néctar de Cereja. Um sumo encorpado, delicioso e ainda melhor (se possível) do que uma bela taça de cerejas frescas. Ideal para um pequeno almoço de verão, mas, sobretudo, para uma tarde de inverno com sabor ao mais solarengo dia… Para todos e, principalmente, para os amantes dos divinos paladares e, por conseguinte, de frutos vermelhos. A provar e nunca abandonar…
15 janeiro 2012
Era uma vez…
Estreou hoje, no AXN, Era uma vez, uma nova série de fantasia e mistério. Apesar de ir apenas no 2º episódio, já é bem visível que será um enredo magnífico… Uma história intrigante que manterá os princípios de noite de Domingo bastante capturados pela magia de uma novo conto de fadas, que dá seguimento à clássica história da Branca de Neve. A ver e descobrir…
13 janeiro 2012
Os quentes dias frios
Este Inverno tem sido impressionante. A chuva, que abundava aqui nos Açores, parece escassear e comtemplar apenas alguns minutos de raros dias. As temperaturas arrepiam, mas impedem o uso dos tão adorados gorros que fariam, então, transpirar incessantemente! Inacreditável! Serão, pois, os efeitos do aquecimento global? Decerto há uma visível mudança e com tanta amenidade já tenho saudades de me agarrar às lãs e dormir com algo mais mais «adequado» que uma T-shirt de meia manga… Bem, espero que fevereiro se mantenha assim tão bom… afinal ninguém gosta de passar o dia de aniversário molhado e com o cabelo num estado deplorável! (LOL)